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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Expansão das compras coletivas


A e-bit, empresa referência no fornecimento de informações sobre o e-commerce nacional, disponibilizou sua última pesquisa sobre o comércio eletrônico. O estudo mostra que o faturamento em 2010 foi de 214,8 milhões, crescimento de 40% em relação a 2009. Outro indicador importante foi que 23 milhões de pessoas fizeram, pelo menos, uma compra online no ano passado.
Pela primeira vez dados sobre as compras coletivas estiveram presente no relatório. A pesquisa realizada de 10 à 14 de março mostra que 61% dos entrevistados conhecem o conceito de compra coletiva, e desses, 49% já compraram um cupom de desconto. Dos 51% que não compraram, 82% pretendem fazer sua primeira compra em 2011.
Segundo o blog do E-commerce, Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, diz que o que impulsiona o comércio eletrônico são o aumento na renda e emprego, retomada do crédito e uma maior confiança do consumidor, além da entrada de novos players, fusão de grandes grupos de varejo e o crescente domínio das classes C e D nas compras online. A classe C já representa 50% dos compradores, com um ticket médio de R$314.
Pedro Guasti acrescenta que o uso de novas tecnologias ajudam a impulsionar o mercado. “O crescimento do uso dos equipamentos móveis com acesso a web também será um alavancador deste mercado onde dessa forma, a dinâmica do comércio ultrapassa a dependência sazonal de eventos especiais, como as datas comemorativas”, acrescenta.


terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Sites de compras coletivas podem ser armadilhas

SÃO PAULO - Os sites de compras coletivas viraram febre entre os internautas, agitando o comércio eletrônico no Brasil. Mas, de acordo com Flávio Antônio da Costa, especialista em internet e diretor da Buy2Joy, empresa voltada a soluções de e-commerce - entre as quais plataformas de compras compartilhadas -, aderir a sites de compras coletivas pode ser um tiro no pé do empreendedor.

Segundo Costa, o interesse do empreendedor em aumentar seu faturamento por meio dessa ferramenta não leva em consideração algumas preocupações básicas. O atendimento ao consumidor é um dos itens mais prejudicados e que pode levar ao fracasso do clube de compras.

"Nos dias de hoje, prestar um atendimento excelente ao consumidor não é mais um diferencial: é regra para qualquer empreendedor", analisa o especialista.

Levantamento realizado pelo IDG Now! com base nos registros do site Reclame Aqui apontou 5,8 mil reclamações feitas contra cinco dos maiores sites de compras coletivas. Entre as principais falhas cometidas pelos sites de compras compartilhadas, estão: falta de estrutura, fidelização do público e layout.

Flávio da Costa acredita que os sites de compras coletivas têm um grande futuro desde que seus controladores corrijam as falhas. De acordo com ele, as principais mudanças que deveriam ser feitas são: limite do número de compradores, layout claro e trabalho com nichos específicos. Além disso, o especialista afirma que os administradores dos sites precisam dar a devida atenção aos anunciantes. Afinal, eles também são clientes.


Fonte: DCI - Diário Comércio, Indústrias & Serviços


Disponível em: http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_noticia=354241&__akacao=363745&__akcnt=b0403bd3&__akvkey=a8d2&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=ONN%20-%20Comércio,%20Shopping%20Center%20e%20Vestuário%20-%202010%20(14/12/2010)